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Mostrando postagens de 2017

O ser humano

Animal com o instinto desenfreado de tentar frear seus instintos animais.

Originalmente publicado no Twitter.

O prazer da biblioteca

O prazer da biblioteca em final de semestre consiste não apenas na aura dos livros ou na alegria do silêncio. Ao estarmos ali, envoltos na angústia de tantos outros que também lutam contra o tempo perdido, regozijamo-nos por não estarmos sozinhos nessa.

Originalmente publicado no Twitter.

Quase Nada

Toda a verdade se esconde nas coisas óbvias. E quase nada é verdadeiramente óbvio.

Visão

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A beleza está não apenas nos olhos de quem vê, mas sobretudo no coração de quem rumina a visão.

A amiga franca e querida, a professora dedicada e impactante, la musicienne talentueuse et amusante, a mamãe poderosa e amorosa, a gata dos pés no chão e visão sonhadora, a mulher da minha vida e do meu amor. Feliz aniversário, ma copine! Que sua vida siga repleta de saúde, coragem e luz! Quero seguir ao seu lado admirando e comemorando suas muitas conquistas, dentre elas a conquista diária do meu coração. ❤ amo você, Juliana.

publicado originalmente aqui.

a partir de mim,

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enquanto parto em direção à luz interior além do horizonte que ilumina o longo caminho da jornada em que sigo e que é a mesma que estica a sombra que me segue e que se estira a partir de mim,

Roi

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Evito discussões políticas, mas chegou a hora de confessar:

Concordo com a lógica de governar a favor de quem contribui financeiramente durante campanhas e mandatos políticos.

Afinal de contas, por mais generosas que sejam as contribuições espontâneas e despretensiosas dos grandes conglomerados econômicos, o contribuinte mais fiel, aquele que financia a campanha de todos os espectros políticos, aquele que rega de dinheiro esse solo em que se plantando tudo dá, a esse alguém chamamos povo. Esse alguém merece(RIA!) um mínimo de ROI (Return On Investment).

Desassossego

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Faz tão frio que o dia se recolhe mais cedo. No limiar das seis da tarde, nem a luz do sol, nem o brilho da lua, apenas o isqueiro que acende a pequena vela pendurada ao lado da orquídea suspensa. A varanda é pequeníssima e nela me engrandeço, dobrado como um livro prestes a ser desvelado. Nem dentro nem fora do apartamento, apenas à parte. A pequena chama não acende lareira, nem lampião, tampouco um mísero cigarro, apenas acompanha o fugaz deslumbre que me aquece, me ilumina e me vicia: entre minhas mãos e meus olhos, fragmentos de Bernardo Soares, o intervalo pessoano entre ele-mesmo e seus heterônimos. Faz tão bem que eu me recolho mais inteiro.

Livros

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Dão vida à estante,
ao aparador,
ao rack,
à sala toda.

Dispostos no coração,
dão vida à conversa,
à sensibilidade,
aos melhores relacionamentos,

Dão vida
à vida toda.