24 de setembro de 2013

Otimismo

Se sou incurável otimista, é também por estar ao seu lado. Tão poucas as chances de nos encontrarmos, tão impossíveis as chances de você me querer, mas cá estamos com as vidas mais do que cruzadas. Tão improvável estudar fora, tão grande o tempo longe, mas cá estamos unidos do deitar ao despertar, sob o mesmo teto, sob os mesmos sonhos. Tão louco imaginar casa, casamento, festa, viagem, carro, móveis, mas cá estamos abençoados e cheios de novos planos mirabolantes, num amor que transcende qualquer dessas coisas passageiras. Cá estamos: eu cheio de paixão por sua força, seu papo leve e cabeça, sua meiguice, sua beleza estupenda, seu olhar de amor... e você cheia do meu arrepio com seu toque suave, da minha vontade insaciável de seu abraço, do meu gosto em ouvir sua música e suas histórias, da minha disposição em ser bom para você. Tão improvável tudo isso junto, mas cá estou, mais um aniversário ao seu lado, mais otimista do que nunca. E é fácil para mim ser assim, pois você é nitidamente uma mulher muito abençoada, cheia de coisas ainda mais bonitas para viver, para seguir vivendo. Cheia de alegria, de saúde, de amigos ao redor. Para viver também comigo, se Deus quiser, pois cá estou com mais amor do que nunca, sonhando com voos cada vez mais altos e um ninho cada vez mais aconchegante para nossa família já tão bonita. Amo você, pequena, e sei que há de ser cada vez mais feliz! Conte sempre comigo nessas contas malucas, viu? que eu conto um conto cada vez maior, cada vez mais romance ao seu estilo profundo e transparente como o céu e o mar que se refletem e se completam. Profundo e transparente como o nosso amor.

15 de setembro de 2013

Aprendendo

Estou aprendendo tanto com você! - digo, felicíssimo, pensando também agradar com essa minha felicidade.

Mal sei que gostaria não apenas de ouvir isso, mas principalmente de poder dizer-me o mesmo.

5 de setembro de 2013

Sem olhar a quem

Eu, porém, vos digo:
olhai a quem ao fazer o bem,
mas sem que isso impeça
de fazê-lo a ninguém.

3 de setembro de 2013

Deviam ou Deveriam?

O que deviam ou o que deveriam ter feito? Nenhum dos dois. Neste caso é melhor utilizar apenas a primeira pessoa do presente do indicativo: "o que eu devo fazer?"