23 de março de 2013

Romeu e Julieta

Eis a tensão no famoso relato shakespeariano: de um lado, o casal apaixonado luta para juntar aquilo que naturalmente ficaria separado. Do outro, seus pais tradicionalistas lutam para separar aquilo que naturalmente acaba se atraindo. Resumindo em uma analogia religiosa na dialética hegeliana: tese: sincretismo; antítese: fundamentalismo; síntese: final trágico. E a moral da história: é preciso buscar o amor, mas nunca por algum desses caminhos.

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