28 de janeiro de 2013

Carpe Diem

A felicidade é a colheita que fazemos daquilo que plantamos.

De fato, boas leitura são sementes de sabedoria. Porém, não é a quantidade de livros que deixa a sabedoria mais farta, mas a qualidade das reflexões brotadas do que lemos.

Isso não exclui a leitura compulsiva: quanto maior a quantidade de livros que lemos, maior a probabilidade de colhermos boas reflexões.

O mesmo vale para a vida: não é a quantidade de anos que determina a felicidade, mas a qualidade com que os vivemos.

No entanto, isso não invalida a importância de conservar a saúde, pelo contrário: quanto mais velhos e ainda saudáveis, maior a probabilidade de vivermos momentos felizes.

A sabedoria, assim como a velhice, requer tempo.

Mesmo aceitando que a vida é fugaz, é preciso saber: a melhor maneira de colher o dia é fazer a fugacidade da vida durar o máximo possível.

A vida: não apenas consumi-la; sobretudo conservá-la.

A melhor colheita, antes de tudo, é aquela bem plantada e bem cultivada.

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